Teologia e Apologética Cristã em Portugal. Reflexões bíblicas e sociais à luz das Escrituras.
sábado, 7 de dezembro de 2013
O que para aí vem...
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Como Jesus Vem a Newtown?
"Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se. . . porém um, que como nós, em tudo foi tentado." (Hebreus 4:15)
Assassinato em massa (ou massacre) é a razão pela qual Jesus veio ao mundo da maneira que ele veio. Qual o tipo de Salvador que nós precisamos quando nossos corações são triturados por perda brutal?
Nós precisamos de um Salvador sofredor. Nós precisamos de um Salvador que tenha provado o cálice do horror que nós estamos sendo forçados a beber.
E é assim que ele veio. Ele sabia o que este mundo precisava. Não um comediante. Não um herói desportivo. Não uma estrela de cinema. Não um génio político. Não um médico. Nem mesmo um pastor. O mundo precisava do que nenhum mero homem poderia ser.
O mundo precisava de um sofredor Soberano. Mero sofrimento não resolveria. Mera soberania não resolveria. Um não é forte o suficiente para salvar, a outra não é fraca o suficiente para simpatizar.
Então, ele veio como quem ele era: o Rei compassivo. O Conquistador moído. O Leão como um cordeiro. O sofredor Soberano.
Agora ele chega em Newtown, Connecticut.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Os “apóstolos” e os outros…
Na minha opinião, neste filme é muito bem retratado a igreja pentecostal norte-americana numa América profunda fanaticamente ligada ao cristianismo, cheia de sensacionalismo, de barulho, de manifestações sensuais, com pouca pregação, mas bastante êxtase e emoção. Não raro é observar a confusão gerada em tais meios onde o “espiritual” é, na sua esmagadora maioria, confundido com o sensual e espectacular. Vem-me à memória o livro de John MacArthur sobre os carismáticos onde escreve “A obra do Espírito ficou confundida com êxtases pagãos” (Os Carismáticos, Editora Fiel, 1981, pág.. 109).
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Ainda sobre o dia da mãe…
Mais uma vez devo e vou contra a corrente. Nunca compreendi claramente o porquê dos evangélicos comemorarem em suas congregações um dia dedicado às mães. Por mais que busque uma razão nas Escrituras, a mesma teima em não aparecer. Sempre pensei que os cultos nas igrejas evangélicas deveriam primar pela simplicidade onde Deus e a sua obra deveriam ser o centro das atenções, onde a pregação da Palavra deveria ser fulcral, onde o louvor a Deus deveria ser exercido de uma maneira solene e respeitosa, onde a oração deveria tomar uma posição mais central, enfim, tudo aquilo que Jesus Cristo mais fazia enquanto homem na Terra. Tudo o resto se desnecessário, se não explicitamente ordenado, deveria ser pura e simplesmente erradicado de um culto.
sábado, 12 de maio de 2012
Catolicismo romano sem vergonha
Não que não seja n
ada a que não estejamos habituados neste pobre país tão rico em cultura, mas tão pobre em princípios. Segundo noticiado no Jornal de Notícias do Porto, cristo foi à Católica fazer uma TAC (leia a notícia aqui). A estátua que representa a imagem do nosso Senhor de Matosinhos, antiga de cerca de 700 a 900 anos, é o objecto de um trabalho de Alexandre Maniés que procede à consolidação e ao restauro da escultura no âmbito de um mestrado na Universidade Católica. “Financiado pela autarquia, o trabalho permitiu perceber o avanço da degradação, causado insecto xilófago (bicho da madeira) e por restauros mal pensados.”
sábado, 28 de abril de 2012
O que para aí vem...
A teoria de uma conspiração
universal destinada a estabelecer uma nova ordem mundial não é propriamente uma
novidade. Essa tendência, de uma maneira ou de outra, já teve eco em quase
todas as eras. Desde os primórdios da humanidade que o Homem sonha a conquista,
a dominação, o estabelecer a sua própria ordem e regras. Os impérios, as
colonizações são meras sombras de uma vontade inata de subjugar o Homem pelo
Homem, de fazer prevalecer, a maior parte das vezes pela força, os usos e
costumes do mais forte retirando daí dividendos materiais, sociais e morais.
O que distingue a sede de
conquista do antes e do agora é a sua universalidade e meios disponíveis.
Universalidade porque o planeta está encurtado devido à proximidade facultada sobretudo
e principalmente pelos meios de comunicação. Quando a figura do Cristiano
Ronaldo se torna mais familiar que a do nosso vizinho do lado então é porque
alguma coisa de inédito se está a passar. São estes mesmos meios
disponibilizados por uma “sociedade onde
o poder é inseparável da riqueza e a riqueza é inseparável da velocidade. Não
poder democrático, mas poder domocrático – do grego dromos, corrida – e toda a
sociedade é uma sociedade de corrida” (Paul Virilio) que está fazendo desta
sociedade uma sociedade cosmopolita global. Mesmo a democracia deve a sua
expansão à influência do progresso das comunicações a nível global.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
10 considerações sobre a Igreja actual
Ninguém pode, em toda a honestidade, negar a realidade de uma crise na Igreja da Europa. O fechar os olhos à crise eclesiástica não é uma prova de amor, pois o verdadeiro amor não aceita cega e passivamente os defeitos do ser amado. Qualquer observador atento concorda que existe uma verdadeira perturbação na Igreja europeia. Como se manifesta esta crise?
1. A descristianização da Europa. “Deus está morto”, escreveu Nietzsche e é este o refrão que ecoa na existência de uma sociedade anestesiada pelo conforto, abundância e luxúria. O Paraíso tem-se tornado um subúrbio da grande cidade Terra e a existência terrestre tem sido a única realidade presente. A maior tarefa que o europeu emprega neste século XXI é de tornar esta existência o mais prazenteira possível. Todo o pensamento humano se tem tornado existencialista, todos os seus esforços se têm concentrado no melhoramento das condições da vida presente.
1. A descristianização da Europa. “Deus está morto”, escreveu Nietzsche e é este o refrão que ecoa na existência de uma sociedade anestesiada pelo conforto, abundância e luxúria. O Paraíso tem-se tornado um subúrbio da grande cidade Terra e a existência terrestre tem sido a única realidade presente. A maior tarefa que o europeu emprega neste século XXI é de tornar esta existência o mais prazenteira possível. Todo o pensamento humano se tem tornado existencialista, todos os seus esforços se têm concentrado no melhoramento das condições da vida presente.
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