segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Eu acredito na Verdade!

Are_You_Telling_The_Truth(1) “O que é a verdade?”, perguntou Pilatos não reconhecendo a Verdade quando a tinha diante dos seus olhos. Então, afastou-se sem esperar pela resposta. Sem dúvida, como muitos dos nossos modernos pensadores, Pilatos acreditava que tal questão era, simplesmente, passível de não ser respondida e além do alcance do mero ser humano.
O que é a Verdade? Na situação contemporânea a pergunta soa como uma questão fora de moda, poeirenta e desusada. Claro que o conceito da Verdade não tem sido ignorado nem definitivamente negado, mas é estranho considerar como o mesmo conceito tem sido tratado nesta geração. A Verdade tem sido deslocada da esfera do facto para a da fantasia; tem sido relegada como uma simples questão de opinião, uma experiência psicológica ou a simples expressão de um preconceito.
Tem sido movida para o mais alto nível da especulação filosófica onde apenas pode ser expressada na mais esmerada linguagem técnica e académica. Outros afirmam que a Verdade não pode ser expressa, mas apenas aceite em silêncio. Numa Babel intelectual todas as vozes têm de ser iguais e não somente tudo deve ser questionado, mas também todas as respostas devem ser negadas. Com efeito, encontramo-nos numa situação singular: se eu declaro conhecer a verdade exponho-me a todo o tipo de acusações de intolerância e dogmatismo.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Sinceridade somente?



Porque é que Deus pede fé em Jesus para se ser salvo? Quase toda a gente está de acordo que o sentimento profundo de sinceridade deveria bastar. O que Deus quer mais que um coração sincero? É tudo o que um bom homem ou mulher quer na vida.
Ninguém aceita a sinceridade como suficiente em qualquer outro domínio sem ser a religião. Ela pode ser necessária, mas não é suficiente. É suficiente que o seu médico ou contabilista seja sincero? É a sinceridade uma condição única para evitar morrer de cancro ou ir à falência? Não é! Porque seria então diferente para salvá-lo do inferno?
A concepção moderna da religião difere bastante daquela que outrora era sustentada:

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Manifesto Cristão

A maior parte do cristianismo evangélico hoje é fundamentado em clichês. A maior parte do nosso cristianismo vem de músicos que se dizem cristãos, e não da bíblia. A maior parte do que os evangélicos acreditam é ditado pela cultura secular e não pela escritura. 
Poucos são os que encontram a porta estreita. Consequentemente, as ideias mais populares possivelmente não são os conceitos mais próximos da verdade bíblica. Nos dias de hoje, desconfie de qualquer “Best-seller”. Desconfie de qualquer um que for sucesso ou um furacão de vendas, simplesmente porque a genuína verdade cristã jamais foi e nunca será “digerida” pelas massas. A maior prova disso, é que mataram o seu autor. Se caiu no gosto da maioria é falso. Lembre-se, Jesus se referiu aos seus verdadeiros seguidores como “pequenino rebanho”.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Faleceu John Stott


Faleceu na tarde desta quarta-feira, 27, o líder e evangelista londrino John Stott. Segundo informações do presidente do ministério que carrega o nome do líder, Benjamin Homam, a morte aconteceu às 3:15 (horário de Londres) por complicações relacionadas à sua idade avançada -Stott tinha 90 anos-. Nas últimas semanas, Stott já não vinha se sentindo bem.
Família e amigos haviam se reunido recentemente com Stott. Homam frisou ainda que o ministério já se preparava para o pior. “Stott deixou um exemplo impecável para lideres de ministérios em todo o mundo. Deixou para muitos um amor pela igreja global, e uma paixão pela fidelidade bíblica e amor pelo Salvador”.
Considerado uma das mais expressivas vozes da Igreja Evangélica contemporânea, o inglês Jonh Stott nasceu em 27 de abril de 1921. Foi um agnóstico até 1939, quando ouviu uma mensagem do reverendo Eric Nash e se converteu ao cristianismo evangélico.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Pregação - J. C. Ryle

A importância da pregação é que ela é o instrumento escolhido por Deus para fazer o bem às almas. Por ela pecadores são convertidos, duvidosos são esclarecidos e os santos instruídos. O ministério da pregação é absolutamente vital para a saúde e prosperidade da igreja visível. O púlpito é o lugar onde as mais importantes vitórias do Evangelho foram ganhas e nenhuma igreja nunca fez muito pelo avanço da verdadeira religião onde o púlpito é negligenciado. Queremos saber se um ministro o é verdadeiramente? Se o é, ele dará o melhor da sua atenção às suas pregações. Ele trabalhará e orará para tornar a sua pregação eficaz e dirá à sua congregação que o seu objectivo são os resultados mais importantes nas almas.
J. C. Ryle 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O fim do Cristianismo

Cruz no Céu Erik Reis
Falando do fim do cristianismo não significa que me refira ao advento de Cristo, ou a sua segunda vinda, tal como profetizado; não falo do arrebatamento da Igreja ou de qualquer cataclismo que possa colocar em causa a vida ou a existência da Igreja visível de Deus.
Falo tão-somente do fim do verdadeiro Cristianismo em troco de outro cristianismo, mais moderno, mais apetecível, mais concordante com a linha de pensamento actual.
Falo daquele Cristianismo que é para os pecadores. Falo da normal e simples declaração da grande maioria das igrejas da suposta suficiente afirmação “ama a Deus acima de todas as coisas e o teu próximo como a ti mesmo” como sendo o suficiente fundamento para o alicerçar do cristianismo como se este sentimento fosse o centro do verdadeiro Cristianismo; que o cristão ao tentar provar possuir este amor por si só é causa suficiente para fazer parte da membrasia da Igreja.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Faço o que não quero e o que quero não faço…

Nunca as palavras do apóstolo Paulo foram tão reais como o são neste momento ( e outros) quando o cristão se tenta comprometer com o seu Deus. Por mais oração que se faça, por mais resoluções que se imaginem, por mais tentativas que se tomem a realidade exterior é uma e contrária à exteriorizada.
A vontade, aquela faculdade que a mente tem de escolher uma determinada coisa num dado momento, é uma; o executar é outro. A carne toma frequentemente a vantagem sobre a mente “obrigando” esta a escolher o contrário daquilo que ela sabe que não o deve ser. Não considero uma esquizofrenia espiritual nem uma qualquer bipolaridade existente na qual a mente vagueia, oscilando quer para uma realidade, quer para outra. Considero antes uma guerra em que o inimigo, a carne com toda a sua concupiscência, banhada de pecado e gostos contrários à lei de Deus, frequentemente sujeita às escolhas conduzidas por uma mente ela também sujeita à nefasta influência da realidade pecaminosa. Esta guerra apenas é real, ou melhor, toma todo o seu significado, numa mente que outrora esteve sujeita à iluminação por uma consciência tocada pela graça divina. Nas mentes sempre empobrecidas e cuja única realidade é a ausência da lei de Deus a mente nunca terá, ou viverá, este dilema. A sua vontade é apenas uma: satisfazer as inclinações da carne.

Santificação III

3. Crítica SANTIFICAÇÃO PROGRESSIVA (obras salpicadas pela graça) Normalmente acontece que os crentes recentemente convertidos são levados a...