Falando do fim do cristianismo não significa que me refira ao advento de Cristo, ou a sua segunda vinda, tal como profetizado; não falo do arrebatamento da Igreja ou de qualquer cataclismo que possa colocar em causa a vida ou a existência da Igreja visível de Deus.
Falo tão-somente do fim do verdadeiro Cristianismo em troco de outro cristianismo, mais moderno, mais apetecível, mais concordante com a linha de pensamento actual.
Falo daquele Cristianismo que é para os pecadores. Falo da normal e simples declaração da grande maioria das igrejas da suposta suficiente afirmação “ama a Deus acima de todas as coisas e o teu próximo como a ti mesmo” como sendo o suficiente fundamento para o alicerçar do cristianismo como se este sentimento fosse o centro do verdadeiro Cristianismo; que o cristão ao tentar provar possuir este amor por si só é causa suficiente para fazer parte da membrasia da Igreja.



