Porque é que Deus pede fé em Jesus para se ser salvo? Quase toda a gente está de acordo que o sentimento profundo de sinceridade deveria bastar. O que Deus quer mais que um coração sincero? É tudo o que um bom homem ou mulher quer na vida.
Ninguém aceita a sinceridade como suficiente em qualquer outro domínio sem ser a religião. Ela pode ser necessária, mas não é suficiente. É suficiente que o seu médico ou contabilista seja sincero? É a sinceridade uma condição única para evitar morrer de cancro ou ir à falência? Não é! Porque seria então diferente para salvá-lo do inferno?
A concepção moderna da religião difere bastante daquela que outrora era sustentada: |
Teologia e Apologética Cristã em Portugal. Reflexões bíblicas e sociais à luz das Escrituras.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Sinceridade somente?
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Manifesto Cristão
A maior parte do cristianismo evangélico hoje é fundamentado em clichês. A maior parte do nosso cristianismo vem de músicos que se dizem cristãos, e não da bíblia. A maior parte do que os evangélicos acreditam é ditado pela cultura secular e não pela escritura.
Poucos são os que encontram a porta estreita. Consequentemente, as ideias mais populares possivelmente não são os conceitos mais próximos da verdade bíblica. Nos dias de hoje, desconfie de qualquer “Best-seller”. Desconfie de qualquer um que for sucesso ou um furacão de vendas, simplesmente porque a genuína verdade cristã jamais foi e nunca será “digerida” pelas massas. A maior prova disso, é que mataram o seu autor. Se caiu no gosto da maioria é falso. Lembre-se, Jesus se referiu aos seus verdadeiros seguidores como “pequenino rebanho”.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Faleceu John Stott

Faleceu na tarde desta quarta-feira, 27, o líder e evangelista londrino John Stott. Segundo informações do presidente do ministério que carrega o nome do líder, Benjamin Homam, a morte aconteceu às 3:15 (horário de Londres) por complicações relacionadas à sua idade avançada -Stott tinha 90 anos-. Nas últimas semanas, Stott já não vinha se sentindo bem.
Família e amigos haviam se reunido recentemente com Stott. Homam frisou ainda que o ministério já se preparava para o pior. “Stott deixou um exemplo impecável para lideres de ministérios em todo o mundo. Deixou para muitos um amor pela igreja global, e uma paixão pela fidelidade bíblica e amor pelo Salvador”.
Considerado uma das mais expressivas vozes da Igreja Evangélica contemporânea, o inglês Jonh Stott nasceu em 27 de abril de 1921. Foi um agnóstico até 1939, quando ouviu uma mensagem do reverendo Eric Nash e se converteu ao cristianismo evangélico.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Pregação - J. C. Ryle
A importância da pregação é que ela é o instrumento escolhido por Deus para fazer o bem às almas. Por ela pecadores são convertidos, duvidosos são esclarecidos e os santos instruídos. O ministério da pregação é absolutamente vital para a saúde e prosperidade da igreja visível. O púlpito é o lugar onde as mais importantes vitórias do Evangelho foram ganhas e nenhuma igreja nunca fez muito pelo avanço da verdadeira religião onde o púlpito é negligenciado. Queremos saber se um ministro o é verdadeiramente? Se o é, ele dará o melhor da sua atenção às suas pregações. Ele trabalhará e orará para tornar a sua pregação eficaz e dirá à sua congregação que o seu objectivo são os resultados mais importantes nas almas.
J. C. Ryle
segunda-feira, 4 de julho de 2011
O fim do Cristianismo
Falando do fim do cristianismo não significa que me refira ao advento de Cristo, ou a sua segunda vinda, tal como profetizado; não falo do arrebatamento da Igreja ou de qualquer cataclismo que possa colocar em causa a vida ou a existência da Igreja visível de Deus.
Falo tão-somente do fim do verdadeiro Cristianismo em troco de outro cristianismo, mais moderno, mais apetecível, mais concordante com a linha de pensamento actual.
Falo daquele Cristianismo que é para os pecadores. Falo da normal e simples declaração da grande maioria das igrejas da suposta suficiente afirmação “ama a Deus acima de todas as coisas e o teu próximo como a ti mesmo” como sendo o suficiente fundamento para o alicerçar do cristianismo como se este sentimento fosse o centro do verdadeiro Cristianismo; que o cristão ao tentar provar possuir este amor por si só é causa suficiente para fazer parte da membrasia da Igreja.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Faço o que não quero e o que quero não faço…
Nunca as palavras do apóstolo Paulo foram tão reais como o são neste momento ( e outros) quando o cristão se tenta comprometer com o seu Deus. Por mais oração que se faça, por mais resoluções que se imaginem, por mais tentativas que se tomem a realidade exterior é uma e contrária à exteriorizada.
A vontade, aquela faculdade que a mente tem de escolher uma determinada coisa num dado momento, é uma; o executar é outro. A carne toma frequentemente a vantagem sobre a mente “obrigando” esta a escolher o contrário daquilo que ela sabe que não o deve ser. Não considero uma esquizofrenia espiritual nem uma qualquer bipolaridade existente na qual a mente vagueia, oscilando quer para uma realidade, quer para outra. Considero antes uma guerra em que o inimigo, a carne com toda a sua concupiscência, banhada de pecado e gostos contrários à lei de Deus, frequentemente sujeita às escolhas conduzidas por uma mente ela também sujeita à nefasta influência da realidade pecaminosa. Esta guerra apenas é real, ou melhor, toma todo o seu significado, numa mente que outrora esteve sujeita à iluminação por uma consciência tocada pela graça divina. Nas mentes sempre empobrecidas e cuja única realidade é a ausência da lei de Deus a mente nunca terá, ou viverá, este dilema. A sua vontade é apenas uma: satisfazer as inclinações da carne.
A vontade, aquela faculdade que a mente tem de escolher uma determinada coisa num dado momento, é uma; o executar é outro. A carne toma frequentemente a vantagem sobre a mente “obrigando” esta a escolher o contrário daquilo que ela sabe que não o deve ser. Não considero uma esquizofrenia espiritual nem uma qualquer bipolaridade existente na qual a mente vagueia, oscilando quer para uma realidade, quer para outra. Considero antes uma guerra em que o inimigo, a carne com toda a sua concupiscência, banhada de pecado e gostos contrários à lei de Deus, frequentemente sujeita às escolhas conduzidas por uma mente ela também sujeita à nefasta influência da realidade pecaminosa. Esta guerra apenas é real, ou melhor, toma todo o seu significado, numa mente que outrora esteve sujeita à iluminação por uma consciência tocada pela graça divina. Nas mentes sempre empobrecidas e cuja única realidade é a ausência da lei de Deus a mente nunca terá, ou viverá, este dilema. A sua vontade é apenas uma: satisfazer as inclinações da carne.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
O porquê dos "males" lusitanos...
Celebra-se hoje a festa da Imaculada Conceição de Maria, padroeira e rainha de Portugal. Foi D. João IV quem decidiu consagrar o país a Nossa Senhora, após a restauração da independência, desde então nunca mais os reis portugueses voltaram a colocar a coroa na cabeça.
Uma devoção com raízes que se perdem no tempo, como recorda o reitor do Santuário de Vila Viçosa, padre Mário Tavares de Oliveira. “Vila Viçosa é o primeiro tempo dedicado à Imaculada Conceição na Península Ibérica, que denota no século XIV um crescendo desta devoção, culminando com o acto de D. João IV, que no dia 25 de Março de 1646, proclama Nossa Senhora da Conceição padroeira de Portugal.”
Tendo em conta esta "saudade" própria do povo português à volta do mito de um qualquer D. Sebastião, um "escolhido" que livrará o povo, sebastianismo resultante do desencanto lusitano pelo presente, seja ele qual for, que provoca aquele mal-estar de nunca se estar bem onde se está, de só se querer ir onde não se quer, importa referir que a dinastia de Bragança, aquando da restauração da independência em 1640, elegeu a deusa pagã Maria, suposta e infelizmente nomeada rainha dos céus pela alegada igreja católica romana, como rainha de Portugal. Desde 1646 que os Reis de Portugal são representados sem coroa nas suas cabeças. Ela está colocada nessa deusa pagã. Este sacrilégio tem directas consequências sobre o futuro tanto ético, como económico, como político, deste jardim à beira-mar plantado. O abandono do Criador em favor da criatura tem consequências gravíssimas.
Não vale a pena tecer considerações sobre a resolução de problemas no nosso país. O grande problema começa pelas prioridades...
Uma devoção com raízes que se perdem no tempo, como recorda o reitor do Santuário de Vila Viçosa, padre Mário Tavares de Oliveira. “Vila Viçosa é o primeiro tempo dedicado à Imaculada Conceição na Península Ibérica, que denota no século XIV um crescendo desta devoção, culminando com o acto de D. João IV, que no dia 25 de Março de 1646, proclama Nossa Senhora da Conceição padroeira de Portugal.”
Tendo em conta esta "saudade" própria do povo português à volta do mito de um qualquer D. Sebastião, um "escolhido" que livrará o povo, sebastianismo resultante do desencanto lusitano pelo presente, seja ele qual for, que provoca aquele mal-estar de nunca se estar bem onde se está, de só se querer ir onde não se quer, importa referir que a dinastia de Bragança, aquando da restauração da independência em 1640, elegeu a deusa pagã Maria, suposta e infelizmente nomeada rainha dos céus pela alegada igreja católica romana, como rainha de Portugal. Desde 1646 que os Reis de Portugal são representados sem coroa nas suas cabeças. Ela está colocada nessa deusa pagã. Este sacrilégio tem directas consequências sobre o futuro tanto ético, como económico, como político, deste jardim à beira-mar plantado. O abandono do Criador em favor da criatura tem consequências gravíssimas.
Não vale a pena tecer considerações sobre a resolução de problemas no nosso país. O grande problema começa pelas prioridades...
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Santificação III
3. Crítica SANTIFICAÇÃO PROGRESSIVA (obras salpicadas pela graça) Normalmente acontece que os crentes recentemente convertidos são levados a...
-
Deparei-me há pouco tempo com a existência cada vez mais acentuada e aceite deste novo (antigo) movimento denominado neo-calvinismo ou, no...
-
Por mais que leia e releia, J. C. Ryle é, inconfundivelmente, um dos meus escritores cristãos de eleição. Considero o seu legado único tant...
-
3. Crítica SANTIFICAÇÃO PROGRESSIVA (obras salpicadas pela graça) Normalmente acontece que os crentes recentemente convertidos são levados a...

